sexta-feira, 1 de abril de 2016

Quando se acredita em rumores...

A história em jeito de anedota que a seguir transcrevo, caracteriza de forma lapidar o que podem a classe operária, outros  trabalhadores e o povo esperar dos rumores que o PS e as suas muletas do PCP, BE e Verdes, lançaram quando afirmam que o seu programa de governo irá implementar políticas antagónicas às tomadas pelo anterior executivo, liderado pelos traidores nacionais Coelho e Portas – tutelados por Cavaco.

Vamos, então, à história!

Dois rapazes entram numa farmácia. Um deles, o mais velho, pega numa caixa de tampões e pede ao farmacêutico para que diga quanto deve.
Na caixa, um surpreso farmacêutico questiona o rapaz: “Filho, que idade tens?!”
“Oito!” respondeu o Joãozinho.

“Sabes para o que é que servem estes tampões?!”, continuou o farmacêutico a questionar.

E o rapaz respondeu :”Não exactamente, mas também não são para mim. São para ele! Ele é meu irmão e tem quatro anos!”.

“Ah! Sim?!”, replicou o farmacêutico com um sorriso amarelo.

“Sim!”, disse o Joãozinho. “Nós vimos na televisão que se usarmos isto, conseguiremos passar a nadar, jogar ténis e andar de bicicleta. Neste momento o meu irmão não consegue fazer nenhuma dessas coisas!”


Acreditar neste tipo de rumores é como acreditar que sem que Portugal saia do euro e da União Europeia, sem que seja rejeitado o pagamento da dívida, sem que o tecido produtivo destruído pelos interesses do grande capital financeiro e bancário – sobretudo os do imperialismo germânico – seja restaurado e um novo paradigma de economia, ao serviço do povo e garantido a soberania e independência, a democracia e a liberdade, seja implementado, nunca haverá, verdadeiramente, uma política de emprego sólida e duradoura.

3 comentários:

  1. Este Luís é mesmo desconcertante, por um lado tem texto verdadeiramente excelentes, por outro, toma posições intrigantes, atendendo à sua letracia Marxista. Por isso Lenine avisa: desconfia camarada. E tu Luís?

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  2. Mas com o texto me parece excelente, vou passá-lo ao tablet, se me autorizares Luís.

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