quinta-feira, 6 de junho de 2013

Plenário geral de trabalhadores do Metropolitano decide adesão à Greve Geral de 27 de Junho!

2013-06-06-plenario metro 01Decorreu hoje, pelas 14h30, no Parque de Material e Oficinas (PMO III) na Pontinha, um Plenário Geral de Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa convocado pela Comissão de Trabalhadores (CT) e com o apoio de todos os sindicatos.
Após várias intervenções de representantes da CT , de dirigentes e delegados sindicais, foi colocada à discussão e consequente votação uma proposta de adesão à greve geral do dia 27 de Junho, convocada pelas centrais sindicais e pelos sindicatos independentes, tendo sido a mesma aprovada por unanimidade e aclamação.
Destacamos a intervenção de Luís Franco, do Sindem, que afirmou que os trabalhadores do Metro impuseram na greve do dia 30 de Maio, pela sua unidade e firmeza, uma derrota ao Conselho de Administração (CA) e ao governo de traição nacional Coelho/Portas, realçando uma vez mais a necessidade de fazermos as greves gerais necessárias para derrubar o governo de traição nacional do Coelho/Portas para que se constitua, em seu lugar, um governo democrático patriótico.
Defendeu ainda este dirigente a necessidade de unir todas as forças susceptíveis de serem unidas para derrubar o governo, assim como a ocupação dos locais de trabalho durante o período da greve geral e a constituição de piquetes de greve, aproveitando a ocasião para referir que os trabalhadores do Metro impuseram mais uma derrota ao secretário de estado dos transportes e comunicações, Sérgio Monteiro, forçando o seu abandono de uma conferência que decorria no Auditório Altos dos Moinhos.

Abaixo o governo vende pátrias do Coelho/Portas!
Os Trabalhadores Vencerão!

Retirado de:

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Governo apresenta Orçamento Rectificativo:

Mais um objectivo traçado para não ser cumprido!



Pois é! Volvidos mais cerca de dois anos a tentar escamotear a evidência de que esta é uma dívida impagável, eis que o governo de traição nacional Coelho/Portas/Cavaco, face ao agravamento da dívida e do déficite, face ao aprofundar da crise, tenta apresentar um orçamento rectificativo para 2013 – que se crê já não ser o último – optimista, completamente desfasado da realidade, na tentativa de justificar as medidas terroristas e fascistas que, todos os dias, impõe ao povo e a quem trabalha.

Para não sermos acusados de manipulação dos dados ou, pior, politicamente cegos por adoptarmos uma perspectiva marxista-leninista da realidade, reproduzimos algumas das conclusões e incongruências que a UTAO - Unidade Técnica de Apoio Orçamental que dá apoio técnico aos deputados no parlamento - encontrou no Orçamento Rectificativo entregue pelo Governo no Parlamento na semana passada.

Referindo-se ao comportamento das exportações – que tem sido a  grande bandeira da recuperação agitada pelo governo Coelho/Portas/Cavaco – diz a UTAO que estas “…poderão estar sujeitas a um abrandamento superior ao esperado, no caso de se verificar uma maior contracção na procura externa relevante", assinalando que as mais recentes projecções da OCDE revêm em baixa os índices de crescimento económico das principais economias o que, é certo, afectará as exportações de produtos e serviços do nosso país, chegando os técnicos deste organismo a prever que uma procura externa mais baixa poderá resultar numa queda de 0.02 pontos percentuais do PIB.

Por outro lado, considera a UTAO que um maior agravamento do índice de desemprego, associado a uma redução do rendimento disponível das famílias, consequência das novas medidas de consolidação orçamental, aportariam um resultado ainda mais negativo ao crescimento económico, devido à quebra do consumo privado, o que demonstra que as metas de crescimento traçadas neste orçamento rectificativo, tal como as metas e objectivos que este governo de traição nacional foi traçando desde que tomou posse, não são para ser cumpridas nem atingidas.

Finalmente, e ao contrário do que o governo faz reflectir neste orçamento rectificativo,diz a UTAO que "Relativamente à evolução dos preços, o cenário macroeconómico contemplado no OER/2013 (Orçamento Rectificativo) incorpora uma subida dos preços relevantes para a actividade económica (deflactor do PIB) muito superior à estimativa a OCDE”, pelo que “A evolução dos preços produz efeitos ao nível do PIB nominal, relevante, entre outros aspectos, para a receita fiscal e para o referencial do défice e da dívida em percentagem do PIB".

Para concluir que, se este deflactor se situou, no ano transacto, em 0,1%, revelando a evolução negativa dos preços relevantes para as componentes do consumo público e a evolução positiva dos preços das importações, estimando o Governo, neste OER 2013, um deflactor de 1,8% com todas as componentes do PIB a darem um contributo positivo, em particular os preços do investimento e consumo público,  a OCDE faz uma previsão completamente oposta a esta, prevendo que o efeito preço seja negativo em 0,4% , representando mesmo o factor que mais influencia a divergência nas projecções quanto ao défice orçamental entre o previsto no rectificativo e o que é avançado pela OCDE.   


Tal como sempre o afirmámos, é cada vez mais evidente a necessidade e urgência do derrube deste governo de serventuários. Enquanto ele não for derrubado e der lugar a um governo democrático patriótico, não será possível a saída do euro e da União Europeia, instrumentos da destruição do nosso tecido produtivo ao longo dos últimos mais de 30 anos e de subjugação  a uma dívida que mais não constitui do que uma renda ilegítima, ilegal e odiosa que enche os bolsos e os cofres dos grandes grupos financeiros e bancários – com os alemães à cabeça -, mas exare de recursos e compromete a soberania nacional, ao mesmo tempo que lança na miséria, no empobrecimento, no desemprego e na precariedade o povo e quem trabalha.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Conferência A região metropolitana, a mobilidade e a logística:

Trabalhadores do Metro e Carris correm com secretário de estado!

No âmbito da Conferência A região metropolitana, a mobilidade e a logística agendada para decorrer durante todo o dia de hoje, no Auditório da estação do metro do Alto dos Moinhos, a partir das 10h00, quando o secretário de estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, se prestava a discursar na sessão de abertura, foi de imediato interrompido por dezenas de trabalhadores do Metro  e da Carris, indignados pelo facto de as ORTs não terem sido convidadas.
Iniciando o protesto com risos e gargalhadas, os trabalhadores foram subindo de tom e passaram a gritar palavras de ordem tais como Oh! Monteiro quero o meu dinheiro!, Estão a roubar os trabalhadores!, a emblemática NÃO PAGAMOS! (com alguns trabalhadores a exibirem cartões vermelhos e outros narizes de palhaço) e, ainda, Está na hora, está na hora do governo ir embora!
Se é certo que o governo de traição nacional e os seus membros – sejam ministros ou secretários de estado – já não podem aparecer em nenhum evento público sem serem copiosamente vaiados, este episódio distingue-se qualitativamente daqueles em que os elementos do povo ou eram contidos a distância segura dos elementos do governo ou eram expulsos das salas onde estes tentavam destilar a sua demagogia.
É que, desta vez, os trabalhadores obrigaram o Monteiro a fugir da sala, acompanhando a sua fuga até ao carro que o esperava para, a alta velocidade, o retirar do local e o conduzir para terreno mais seguro, não fosse a polícia de choque, entretanto chamada ao local, não ser eficiente na contenção do protesto dos trabalhadores.

Este é um exemplo que se deve replicar por todo o país. Não basta que os trabalhadores, os elementos do povo, manifestem o seu descontentamento e protesto. É necessário levar a revolta a um patamar superior, correndo esta gente dos locais onde pretendem justificar as medidas terroristas e fascistas que fazem abater sobre o povo.

domingo, 2 de junho de 2013

A presidente da assembleia da república e o protesto popular no parlamento

estamos a pagar debateComo é sabido, a presidente da assembleia da república nunca revelou a mínima preocupação com a destruição dos direitos dos cidadãos e com a fome e a miséria que sobre eles se abate, em consequência das leis que ela põe à votação e são aprovadas no parlamento.
Mas quando o povo manifesta com firmeza a sua revolta no próprio parlamento que ela dirige, a senhora não consegue conter-se.
É que a presidente da assembleia da república está lá é para defender a normalidade das grosseiras, provocatórias e sucessivas violações da constituição da república praticadas descaradamente pelo governo, e das medidas terroristas contra os trabalhadores que a coligação fascista no poder adopta sistematicamente no parlamento para satisfazer os apetites insaciáveis dos ocupantes da tróica.
Quando, como agora sucedeu, o povo resolve quebrar esta normalidade e irrompe neste antro que gera diariamente os instrumentos da opressão, do empobrecimento, do roubo do salário e do trabalho, a senhora presidente, apercebendo-se da inevitável subida de tom da revolta popular na casa do que tentam impingir como da sacrossanta democracia, aí, a senhora presidente deixa estilhaçar o verniz democrático que ainda ostentava e, possuída de um verdadeiro pavor, não hesita em responder aos protestos - proibidos na casa da democracia -, bramando desesperadamente que é a revolução que começa a surgir, o que, para os democratas da sua laia, se impõe evitar de forma pidesca ou reprimir mais brutalmente antes que alastre.
Para a senhora presidente da assembleia de uma república como esta em que um governo ilegítimo se pode manter no poder e legislar naquela casa contra o povo, inclusive contra os incautos e iludidos que o elegeram, aos trabalhadores, desempregados, reformados e jovens sem futuro apenas resta sofrer democraticamente em silêncio ou, quando muito, abrir a boca para pedir esmola.
Mas, ao menos, tem de reconhecer-se que a senhora presidente da república numa coisa acertou – é que, na verdade, perante um presidente da república que, como ela, dá cobertura a um governo ilegítimo e de traição nacional e se recusa a demiti-lo, os trabalhadores vão ganhando consciência de que os métodos para pôr este governo na rua têm de passar a ser revolucionários.

Retirado de:

Libertar Portugal da austeridade ou a urgência de alargar e reforçar a luta pelo derrube do governo de traição nacional PSD/CDS.

O êxito em que se traduziu a conferência promovida por Mário Soares e outros democratas e patriotas, realizada na passada 5ª feira, dia 30 de Maio, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa sob o tema Libertar Portugal da austeridade, e a que o Partido se associou e em que participou, deve ser visto como um passo importante no sentido de corporizar e aprofundar um movimento que una todas as forças políticas, sociais e cívicas, personalidades democratas e patriotas de todos os quadrantes, susceptíveis de serem unidas em torno de um objectivo que urge atingir rapidamente – o derrube por todas as formas do governo de traição nacional PSD/CDS.

Sem obviamente se pôr de lado as divergências quanto à alternativa correcta em termos governativos e de solução estratégica para o país, o que é certo é que sem se apear este governo, de nada valerá, dentro de algum tempo, estar a discutir-se o que quer que seja, perante a liquidação da classe operária e da nossa soberania e independência nacional.

Por outro lado, quanto maior for a abrangência e unidade desta frente pelo derrube do governo, maior será a base social e política para a formação de um governo democrático patriótico, com força para adoptar medidas radicais, como a da suspensão imediata do pagamento da dívida, com vista ao seu repúdio, ou mesmo, para a sua renegociação.

Por tudo isto, ficou patente naquele encontro que será um erro com consequências desastrosas insistir, numa ocasião em que se discute a unidade na luta contra governo,  na defesa de um governo patriótico de esquerda, ainda por cima, como condição para o estabelecimento da frente única para o derrube do actual governo.

É que, pôr de lado patriotas e democratas que, não sendo de esquerda, se opõem com determinação à continuação do governo é ter uma perspectiva perigosamente redutora na concretização urgente desta tarefa política.


Em suma: o que esta iniciativa veio revelar é que existem condições para alargar e reforçar a frente de luta pelo derrubamento deste governo, que esse alargamento e reforço é indispensável e urgente e que as formas de luta para atingir aquele objectivo de apear o governo têm de intensificar-se e      radicalizar-se, principalmente tendo em conta o recrudescimento dos ataques e medidas terroristas lançados pelo governo.


Retirado de:

Governo alimenta novela dos “swaps”:

Preparando impunidade para executantes e mandantes deste negócio ruinoso para o povo!
Na sequência de uma denúncia feita pelos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, o nosso camarada Garcia Pereira apresentou na Procuradoria Geral da República, no passado dia 10 de Maio, uma queixa-crime a instar o Ministério Público a investigar e apurar responsabilidades na assinatura de contratos “swaps” por várias empresas públicas, investigação que leve ao pronunciamento, acusação e condenação de todos os responsáveis envolvidos nessa economia de casino altamente criminosa que, só no caso do Metro de Lisboa -  que na passada 5ª feira esteve encerrado por causa da greve convocada pelos trabalhadores -, dariam para suportar os custos dos transportes para todos os seus utentes durante mais de 20 anos!
Certamente acreditando que lançando poeira para os olhos desviaria a atenção e quebraria a firmeza com que, quer os trabalhadores do Metro de Lisboa, quer o povo em geral, querem ver criminalizados e politicamente isolados e derrubados os  autores de tais desmandos e os seus mandantes, vem o governo anunciar, com pompa e circunstância que tomou a decisão de afastar todos os executivos envolvidos nas operações “swap”.
Desengane-se o governo de traição nacional, liderado por Coelho, Portas e Cavaco, se pensa que os trabalhadores e o povo se darão por satisfeitos, apenas por ver presidentes executivos, administradores e gestores financeiros das empresas públicas de transportes, Metro de Lisboa e do Porto, Carris, STCP, CP e EGREP - Entidade Gestora de Reservas de Produtos Petrolíferos, afastados dos seus cargos por se terem envolvido na contratação de “swaps tóxicos”, mesmo que entre esses gestores esteja uma figura tão odiada pelos trabalhadores como é o caso de Silva Rodrigues, presidente conjunto da Carris e do Metro de Lisboa.
Nada disso! Os verdadeiros responsáveis, aqueles que zurzem todos os dias os ouvidos e roubam o povo e quem trabalha para que paguem uma dívida que não contraíram, nem dela retiraram qualquer benefício, afirmando que o povo esteve a viver acima das suas possibilidades, o governo serventuário da tróica germano-imperialista e dos grandes grupos financeiros e bancários que esta defende e que beneficiaram com este negócio dos “swaps”, não sairá impune.
Se julgam que os trabalhadores e o povo ficarão satisfeitos com a condenação de alguns dos  homens de mão deste e doutros governos por terem desviado alguns milhões, desenganem-se! É que os trabalhadores e o povo português já não nutrem qualquer ilusão de que o que está em preparação é, com a nomeação de alguns bodes expiatórios, se preparar a impunidade quer para executores, quer para mandantes.
Só que, desta vez, o governo de traição nacional encontra pela frente uma ampla plataforma de patriotas, democratas que, aliados à classe operária e demais trabalhadores, composta de partidos e plataformas cidadãs, sindicatos, personalidades, estudantes, reformados, estão dispostos a derrubar um governo que mais não tem feito do que exaurir de recursos Portugal e aprofundar a miséria, o desemprego e a precariedade do povo, enquanto enche os bolsos dos grandes grupos financeiros e bancários – sobretudo alemães – com negócios chorudos como os que representaram estes “swaps”.

Uma ampla plataforma que será, certamente, o sustentáculo de um Governo Democrático Patriótico capaz de se impor, expulsando a tróica germano-imperialista do país, suspendendo de imediato o pagamento da dívida e dos juros e preparando o país para a saída do euro e da União Europeia que se têm revelado autênticos instrumentos de rapina e denegação da nossa soberania nacional.

sábado, 1 de junho de 2013

Estação dos CTT dos Anjos encerrada: A luta de trabalhadores da empresa e utentes tem de se fundir!

A administração dos CTT, uma entidade que, sendo pública, deveria empenhar-se em servir o povo, está no entanto firmemente decidida em prosseguir esta sua cruzada pelo encerramento de estações de correio por todo o país, a fim de tornar mais apetecível para os grandes grupos privados adquirirem, a preços de saldo, este activo. E, pelos vistos, parece ter “aprendido” a lição de outras acções populares (a última das quais em Carnide) e, antes que os protestos e ocupações ocorram, encerra, na calada da noite mais um posto.
Foi o que aconteceu na estação de Correios dos Anjos, em Lisboa. Com encerramento previsto para a próxima 2ª feira, dia 3 de Junho, a administração dos CTT, alertada para a possibilidade de ocorrerem “distúrbios” populares contra esse encerramento, decidiu antecipar a acção e, para espanto geral, a estação tinha as portas fechadas e papéis nas montras a impedir que se tivesse uma visão do interior da mesma, nesta 6ª feira, dia 30 de Maio, ou seja, no dia para o qual estava prevista uma concentração de protesto em frente daquela estação.
Para além de um “nado morto” que se arrogou auto-intitular de “Comissão de Moradores do Bairro das Colónias”, apenas porque, como confessou, tinha criado um blogue na internet a reclamar tal condição, no local compareceram a candidata do PS à nova Junta de Freguesia de Arroios (que resulta da fusão da juntas de freguesia dos Anjos, S. Jorge de Arroios e Pena),  tal como um elemento da CDU que distribuía comunicados sobre o encerramento da Estação dos CTT dos Anjos que, no entanto, mais não produziram do que declarações de repúdio e intenção de os seus partidos e coligações se oporem a esta política.
Esteve também presente  o Presidente da Junta de Freguesia dos Anjos que, questionado sobre se tinha tido conhecimento sobre a antecipação do encerramento da estação dos CTT, respondeu que foi, também, apanhado de surpresa, pois desconhecia completamente a decisão do encerramento do balcão, que fora anunciado pela administração dos CTT para o dia 3 de Junho (mas que, de facto, ocorreu às 19 horas do dia 29 de Maio).
Só para se ter uma ideia da dimensão dos problemas que este encerramento acarreta – tal como o encerramento de outras estações – esta estação serve um bairro onde residem milhares de idosos que se verão agora obrigados a deslocar-se aos balcões dos CTT do Socorro (perto do Intendente) ou da Morais Soares. Para além de questões de falta de segurança associadas ao levantamento das suas pensões e reformas, estes moradores terão, agora, de fazer percursos muito maiores e difíceis para a sua condição física, debilitada pela idade ou pela doença.
A esta manobra traiçoeira da administração dos CTT, que tomou a decisão de encerrar o balcão dos Anjos argumentando “racionalidade e novos condicionalismos de mercado” - o que demonstra a sua arrogância e total desprezo pelas necessidades do povo -, a resposta a dar terá de ser firme e decidida.  Desde logo, fazendo apelo aos trabalhadores dos CTT e aos seus sindicatos e Comissões de Trabalhadores, que integrem a luta do povo contra o encerramento de todas as estações dos CTT – exigindo a reabertura das que já foram encerradas - , pois esta é a única saída possível de garantir, por um lado, que não haverá despedimentos e, por outro, que as populações que são servidas por tais estações não verão ainda mais depreciado um serviço a que têm direito.